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<title>Portal de Notícias - Sua fonte de notícias na cidade de ...</title>
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<title>Ipea: mais ricos deveriam pagar 14% para igualar à classe média</title>
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<description>Estudo mostra que o valor máximo da tributação efetiva em 2022 foi de 14,1%, pago por quem tinha renda média mensal de cerca de R$16 mil.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentou, nesta quinta-feira (17), a proposta de um Imposto Global Mínimo de 14% para aqueles que recebem mais de R$ 50 mil por mês. Com a cobrança, seria possível garantir a isenção do pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Física para as pessoas com renda até R$ 5 mil por mês.</p>

<p>A alíquota apresentada na Carta de Conjuntura do Ipea é superior à proposta pelo governo no Projeto de Lei (PL) 1087/2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda e está em tramitação no Congresso Nacional.</p>

<p>Para garantir a isenção da parcela da população que recebe menos, a proposta enviada pelo governo ao parlamento define a cobrança de uma alíquota progressiva, de até 10%, para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês. Apenas 2% dos contribuintes estão nessa situação. A alíquota máxima, de 10%, passará a ser cobrada das pessoas que ganham a partir de R$ 1,2 milhão por ano, os considerados super ricos, 0,7% dos contribuintes.</p>

<p>Para o Ipea, no entanto, a alíquota cobrada dos mais ricos deve ser maior. No cálculo, o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Pedro Humberto Carvalho, que assina o estudo, considerou que o valor máximo da tributação efetiva em 2022 foi de 14,1%, percentual pago pelo grupo com renda média mensal de aproximadamente R$16 mil. Para ele, a alíquota dos mais ricos deve ser semelhante a esta e não inferior.</p>

<p>Além disso, Carvalho defende que essa alíquota deve incidir sobre a renda total, o que inclui dividendos, auxílios, reembolsos, restituições, bônus, prêmios de seguro, entre outras fontes atualmente isentas daqueles com renda superior a R$ 50 mil por mês.</p>

<p>“A proposta que eu faço difere do PL, porque considera a renda total do contribuinte e não teria essas exclusões de auxílios, reembolsos, benefícios salariais indiretos, que seriam considerados na base de cálculo”, diz Carvalho.</p>

<p>>> Relator amplia redução parcial de IR para quem ganha até R$ 7.350</p>

<h2>Contribuições previdenciárias</h2>

<p>De acordo com o estudo, uma das inovações da proposta do Ipea é também incorporar as contribuições previdenciárias (CPs) oficiais na tributação global da renda.</p>


<p>“Esse valor de alíquota de 14% seria maior que 10% porque eu considerei não só o imposto de renda na carga tributária salarial, da renda, mas também eu considerei a contribuição previdenciária, que tem um impacto muito alto em quem ganha pouco. Ela tem um teto previdenciário de R$ 8 mil, então, quem ganha R$ 8 mil paga o mesmo de contribuição previdenciária do que quem ganha mais do que isso”, defende.</p>


<p>A carta de conjuntura enfatiza que a previdência brasileira “enfrenta um déficit significativo que deve ser financiando por meio de outras receitas federais, de modo que as contribuições previdenciárias acabam tendo natureza tributária, pois são apenas parcialmente correlacionadas com o valor dos benefícios pagos no futuro. Consequentemente, deixar de considerar as CPs que estão sujeitas a um teto e, portanto, impactam mais os contribuintes mais pobres, é ignorar um fator crucial que contribui para a regressividade da tributação da renda”, diz o texto.</p>

<h2>Impactos nos cofres públicos</h2>

<p>Com essa cobrança de 14%, segundo a Carta de Conjuntura, seria possível gerar até R$ 145,6 bilhões aos cofres públicos, correspondendo a um aumento de cerca de 40% na arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2024.</p>

<p>A medida aumentaria a atual arrecadação do IRPF de 3,1% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, chegando a um nível similar ao de países como a Polônia, Eslováquia e Uruguai. Ainda assim, ficaria abaixo da média de 8,5% dos países de economias avançadas da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>

<h2>Limitações do projeto de lei</h2>

<p>O Ipea aponta ainda, no estudo, problemas das possíveis mudanças na tributação que o projeto de lei apresentado pelo governo não soluciona.</p>


<p>“Os mais ricos não vão pagar mais que os mais pobres e tampouco ele [imposto] vai ser proporcional. Os mais ricos vão continuar pagando menos que a classe média. A proposta só vai atenuar essa discrepância. Atualmente, os mais ricos pagam quase nada. É muito pouco. Eles vão pagar 10%, mas a classe média em geral, em média, já paga 14%. Por isso que eu proponho 14%”, defende o pesquisador.</p>


<p>De acordo com o estudo, a tributação dos mais ricos vai requerer atenção a três pontos:</p>

<ul>
	<li>um possível incentivo à mudança de domicílio fiscal dos mais ricos;</li>
	<li>uma possível supertributação do lucro global da pessoa jurídica (PJ);</li>
	<li>e a regressividade horizontal e vertical causada pelas atuais regras de tributação dos fundos de pensão, dos aluguéis e das deduções para despesas médicas.</li>
</ul>

<p>Sobre a mudança de domicílio fiscal, a preocupação é que a taxação faça com que os mais ricos migrem as riquezas para países que oferecem incentivo para a residência de milionários. O Ipea propõe, então, uma tributação de saída do ganho de capital ainda não realizado em 25% ou de uma tributação do patrimônio de 3%.</p>

<p>Esse tipo de imposto é cobrado por países da OCDE como Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Israel, Japão, Noruega, Polônia e Suécia. No caso dos Estados Unidos, contribuintes que alteram sua cidadania estão sujeitos a uma alíquota de 23,8% sobre os ganhos de capital ainda não realizados.</p>

<p>Em relação à tributação de PJs, o estudo diz que "a parcela mais abastada da população tem explorado brechas na legislação e redirecionado sua fonte de renda na forma de rendimentos isentos”.</p>

<p>Para isso, o estudo defende uma tributação mínima aos mais ricos, o que foi defendido pelo Brasil na presidência do G20. “Esta é, de fato, a proposta defendida por este estudo para tributar efetivamente a renda da pessoa física e garantir certa proporcionalidade na tributação no topo da distribuição”, diz o autor.</p>

<h2>Despesas médicas</h2>

<p>Outro ponto destacado é estabelecer um limite para deduções de despesas médicas que, de acordo com a Carta de Conjuntura, representaram um gasto tributário de R$ 26,7 bilhões em 2024.</p>

<p>Como não há limite de valor, elas beneficiam quem tem renda mais alta: segundo a base de declarações do IRPF de 2022, os 5% de contribuintes mais ricos (renda mensal superior a R$ 28.296) concentraram 22,4% das deduções para despesas médicas.</p>

<p>A solução apontada por Carvalho seria combinar um crédito tributário fixo e igualitário, ou baseado na idade, para todos os contribuintes e seus dependentes, com deduções limitadas das despesas médicas.</p>

<p>Essa regra também possibiliaria deduzir os gastos com medicamentos. De acordo com o pesquisador, isso beneficiaria “enormemente os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que, apesar de contarem com serviços médicos gratuitos, precisam, às vezes, comprar medicamentos que não são fornecidos gratuitamente”, diz.</p>
]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 13:44:04 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Fórum de Mídia do Brics discute cooperação na comunicação e IA</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/forum-de-midia-do-brics-discute-cooperacao-na-comunicacao-e-ia</link>
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<description>Cerca de 250 pessoas entre jornalistas, pesquisadores e representantes de governo discutem como os países que formam o Brics podem trocar conteúdo e colaborar com a difusão da informação.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>A sétima edição do Fórum de Mídia e Think Tanks dos Brics, no Rio de Janeiro, termina nesta quinta-feira (17). O evento ocorre dez dias após a Cúpula do Brics ter realizado na capital fluminense.</p>

<p>Cerca de 250 pessoas entre jornalistas, pesquisadores e representantes de governo discutem como os países que formam o Brics podem trocar conteúdo e colaborar com a difusão da informação.</p>

<p>Sob o tema Brics unido: forjando um novo capítulo para o sul global, os participantes promoveram debates sobre o papel estratégico da mídia e think tanks (grupos de discussões) no desenvolvimento de estruturas de governança, no estabelecimento de padrões técnicos voltados aos interesses do Sul Global, no uso da inteligência artificial.</p>

<p>A presidente da agência de notícias chinesa Xinhua, Fu Hua, fez o discurso de abertura do evento, nessa quarta-feira (16), enfatizando que o Brics é o principal canal de cooperação do Sul Global.

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<p>Para Wu Hailong, presidente da Associação de Diplomacia Pública da China, alguns países não veem com bons olhos o Brics, mas ressaltou que esse entendimento é “contra a lógica, já que o Brics não é contra ninguém e que o bloco promove a paz e o progresso.”</p>


<p>“Não vamos parar devido aos uivos dos lobos, vamos nos se unir e aproveitar vantagens e crescer, apoiar o multilateralismo, se opor ao unilateralismo”, acrescentou.</p>


<p>O diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Braúlio Ribeiro, ressaltou a importância da soberania e do multilateralismo nas relações entre as nações. “Os países são soberanos e o multilateralismo é o caminho para a resolução dos conflitos no planeta,” afirmou.</p>

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    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Rio de Janeiro (RJ), 16/07/2025 – O diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Bráulio Ribeiro, no Fórum de Mídia e Think Tanks do Brics, realizado na Barra da Tijuca. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil - Fernando Frazão/Agência Brasil</div>
</div></div>

<h2>Inteligência artificial benéfica</h2>

<p>A construção de um instituto do Brics sobre inteligência artificial (IA) foi também tratada durante o evento. Para o diretor-geral da EBC, “a inteligência artificial pode ser extremamente benéfica para a sociedade desde que ela tenha uma governança global, os passos agora vão para além do intercâmbio e da troca de conteúdos, [seguem para] a construção efetiva de uma infraestrutura de pesquisa, tecnologia e desenvolvimento de soluções de comunicação e de ar comuns dos Brics’’.</p>

<p>Ribeiro disse ainda que o encontro é uma oportunidade de a empresa mostrar o trabalho de seus veículos. “Há um reconhecimento, tanto por parte da Xinhua, quanto por parte dos outros meios de comunicação, de que a EBC aqui, no Brasil, é o principal veículo público estatal de comunicação’’.</p>

<p>O jornalista Pedro Aguiar, professor da Universidade Federal Fluminense, defende mais cooperação na área de comunicação no Brics.</p>


<p>“O Fórum serviu para mostrar aos participantes que o investimento em mídia com capacidade de projeção internacional é fundamental para cooperação dos Brics, porque a cooperação no comércio e na indústria já está avançada, mas na comunicação ainda precisa andar longos passos”, completa.</p>


<p>O acadêmico avalia que “o caminho proposto no encontro, é que o Brics pode ir além de um bloco que fará intercâmbio e troca de conteúdos, mas, sim, construir de forma efetiva uma infraestrutura de pesquisa, tecnologia e desenvolvimento de soluções de comunicação e de ar comuns dos Brics.”</p>
]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 12:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Câmara aprova novas regras para licenciamento ambiental</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/camara-aprova-novas-regras-para-licenciamento-ambiental</link>
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<description>Enviado para sanção presidencial, o projeto prevê a criação de novos tipos de licenças; diminui prazos de análises; e simplifica adesões. O substitutivo incorpora 29 emendas do Senado ao Projeto de</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (17) o projeto de lei que estabelece novas regras de licenciamento ambiental. Enviado para sanção presidencial, o projeto prevê a criação de novos tipos de licenças; diminui prazos de análises; e simplifica adesões. O substitutivo incorpora 29 emendas do Senado ao Projeto de Lei 2159/21.</p>

<h2>Licença Ambiental Especial</h2>

<p>Entre as emendas aprovadas, está uma que prevê a criação da Licença Ambiental Especial (LAE), voltada a empreendimentos considerados estratégicos por um conselho do governo ligado à Presidência da República. A definição das prioridades será bianual.</p>

<p>Esse novo tipo de licença poderá ser concedido até mesmo nas situações em que o empreendimento seja efetiva ou potencialmente causador de “significativa degradação do meio ambiente”.</p>

<p>O prazo para conclusão das análises e apresentação da decisão sobre o pedido de licença será de 12 meses. Após a aprovação, será concedido um prazo de validade de 5 a 10 anos.</p>

<h2>LAC</h2>

<p>Um outro tipo de licença criada pelo projeto é o licenciamento ambiental simplificado por adesão e compromisso (LAC), que poderá ser solicitado sem a necessidade de estudos de impacto.</p>

<p>Caberá ao ente federativo definir o porte e o potencial poluidor das atividades desenvolvidas pelos empreendimentos interessados em obter a LAC, que também terá vigência de 5 a 10 anos. Pavimentação e serviços e obras de duplicação de rodovias, bem como ampliação e instalação de linhas de transmissão nas faixas de domínio poderão fazer uso desse tipo de licença.</p>

<p>No entanto, após a inclusão de uma emenda, foi dispensado o licenciamento ambiental para serviços e obras de manutenção e melhoramento de infraestrutura em instalações existentes ou em faixas de domínio e de servidão, incluídas rodovias já pavimentadas e dragagens de manutenção.</p>

<h2>Condições</h2>

<p>Para terem direito à LAC, será necessário, ao interessado, cumprir com algumas condições. Entre elas, conhecimento prévio das características gerais da região e de como se darão a instalação e a operação da atividade, os impactos ambientais do tipo de empreendimento e as medidas de controle ambiental necessárias.</p>

<p>Está previsto que a intervenção não poderá derrubar vegetação nos casos em que dependa de autorização ambiental.</p>

<p>Emendas incluídas no projeto preveem que a análise por amostragem do Relatório de Caracterização do Empreendimento (RCE), será facultativa. O projeto original previa que ela seria obrigatória.</p>

<p>Uma outra emenda apresentada pelo Senado prevê que, no caso da mineração de grande porte e/ou alto risco, não serão mais observadas normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) até lei específica tratar do tema.

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<h2>Menos poder</h2>

<p>Foi também incluída uma emenda que retira poder de algumas autoridades envolvidas no licenciamento ambiental, no sentido de definir os tipos de atividades ou empreendimentos que poderão participar dos processos de licenciamento.</p>

<p>É o caso de órgãos como Fundação Nacional do Índio (Funai), a quem cabia se manifestar sobre impactos em terras indígenas; Ministério da Igualdade Racial, no caso dos quilombolas; Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), nas situações envolvendo patrimônio cultural acautelado; e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), nos casos de unidades de conservação da natureza (ICMBio).</p>

<p>Essas entidades só terão suas manifestações consideradas caso sejam apresentadas dentro de um prazo máximo de 45 dias – 30 dias, de prazo padrão, mais 15 dias de prorrogação, nos casos em que sejam apresentadas justificativas.</p>

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    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta rtecenter">Brasília (DF), 16/07/2025 - Sessão da Câmara dos Deputados. Foto: Lula Marques/Agência Brasil</div>
</div></div>

<h2>Repercussão</h2>

<p>A aprovação da matéria durante a madrugada foi bastante criticada por alguns parlamentares. A deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG) foi uma das mais combativas ao projeto durante sua tramitação.</p>

<p>Após ele ter sido aprovado, ela usou as redes sociais para classificá-lo como “o maior retrocesso ambiental dos últimos 40 anos”.
 </p>


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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">Uma publicação compartilhada por Célia Xakriabá (@celia.xakriaba)</p>
</div>




<p>“O Congresso Nacional aprovou o PL da devastação, um projeto que enfraquece as leis ambientais e facilita o desmatamento, colocando em risco povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e comunidades tradicionais”, postou a deputada.</p>


<h2>Exterminadores do futuro</h2>

<p>Segundo ela, esse projeto aumentará os crimes ambientais, avançará com o desmatamento, intensificará a crise climática e agravará a pobreza e a insegurança alimentar, afetando principalmente mulheres e meninas.</p>


<p>“Esses que votaram a favor desse retrocesso são os exterminadores do futuro”, sentenciou.</p>


<p>Segundo a deputada Maria do Rosário (PT-RS), o autolicenciamento é uma fraude autorizada, “que compromete o presente e o futuro”.</p>

<p>Coordenador da Frente Parlamentar Mista Ambientalista, o deputado Nilto Tatto (PT-SP), disse que, na forma como foi aprovado, o texto não resolverá os gargalos de licenciamento ambiental.</p>

<p>Já a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) disse que a aprovação do projeto poderá causar novas tragédias como as de Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais.</p>

<p>Para a deputada Duda Salabert (PDT-MG), o projeto é um desrespeito às famílias das 272 vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.</p>


<p>“Depois de meia-noite, com o plenário vazio e em votação virtual, colocou-se em pauta projeto estruturante para política socioambiental do Brasil, que pode significar o maior retrocesso do licenciamento ambiental”, criticou.</p>


<h2>PL da Devastação</h2>

<p>A ONG ambientalista WWF-Brasil divulgou uma nota na qual diz que o "PL da Devastação" abrirá caminho para uma destruição ambiental sem precedentes.</p>

<p>De acordo com a entidade, o projeto vai desmantelar o sistema de licenciamento ambiental no Brasil, além de violar princípios constitucionais e fragilizar instrumentos que protegem o meio ambiente.</p>


<p>“Trata-se de uma decisão tomada sem diálogo com a sociedade, cujos impactos serão irreversíveis para as pessoas, o clima e a biodiversidade”, diz a nota da WWF ao afirmar que o autolicencimento inviabilizará as devidas análises técnicas.</p>


<p>Com relação à Licença Ambiental Especial, a ONG diz que o conselho, a quem caberá definir quais são as obras prioritárias, será um espaço político (e não técnico), que acabará por simplificar autorizações de empreendimentos de grande porte e risco, inclusive para exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial.</p>

<p>“Dispensa ainda o licenciamento para atividades agropecuárias, abrindo espaço para o desmatamento e a poluição, além de simbolizar uma ameaça direta à segurança hídrica”, acrescentou.</p>

<p>“Representa [também] um ataque frontal aos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, verdadeiros guardiões dos biomas brasileiros”, completou.

*Com informações da Agência Câmara</p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 12:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Lula veta aumento de número de deputados na Câmara</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/lula-veta-aumento-de-numero-de-deputados-na-camara</link>
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<description>Segundo o presidente, a medida acarreta aumento de despesas obrigatórias, sem estimativa de impacto orçamentário, de previsão de fonte orçamentária e de medidas de compensação, onerando não apenas a</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais de 513 para 531. O despacho foi publicado, nesta quinta-feira (17), no Diário Oficial da União.</p>

<p>Em mensagem ao Congresso, Lula justificou o veto por contrariedade ao interesse público e por inconstitucionalidade. Os ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda, do Planejamento e Orçamento e a Advocacia-Geral da União manifestaram-se contrários à medida, citando diversos dispositivos legais, como a Lei de Responsabilidade Fiscal.</p>


<p>“Ao prever a ampliação do número de parlamentares, a medida acarreta aumento de despesas obrigatórias, sem a completa estimativa de impacto orçamentário, de previsão de fonte orçamentária e de medidas de compensação, onerando não apenas a União, mas também entes federativos (Constituição Federal, art. 27, caput). Ademais, o art. 6º, parágrafo único, do Projeto de Lei Complementar está em dissonância com o art. 131, IV, da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025, já que prevê a possibilidade de atualização monetária de despesa pública”, diz a mensagem da Presidência.</p>


<p>O texto foi aprovado pelos parlamentares no fim de junho como resposta à uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte julgou uma ação do governo do Pará que apontou omissão do Legislativo em atualizar o número de deputados de acordo com a mudança populacional, atualizada pelo censo demográfico a cada dez anos. O Pará argumentou que teria direito a mais quatro deputados desde 2010. A última atualização foi em 1993.</p>

<p>O STF, então, determinou que o Congresso votasse uma lei para redistribuir a representação de deputados federais em relação à proporção da população brasileira em cada estado e no Distrito Federal. A Constituição determina que nenhuma unidade da Federação tenha menos de oito ou mais de 70 deputados.</p>

<p>Na ocasião, os deputados não quiseram reduzir o número de parlamentares de algumas unidades da Federação seguindo o critério proporcional. Se essa regra fosse seguida, Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Alagoas poderiam perder cadeiras.</p>

<p>No lugar, o projeto aprovado na Câmara aumenta o número de vagas para os estados que tenham apresentado crescimento populacional e poderia gerar um custo de R$ 65 milhões por ano com novas estruturas. Outro impacto seria de emendas parlamentares que os novos representantes passam a ter direito de indicar no âmbito do Orçamento da União.</p>

<p>Além disso, com o aumento no número de deputados federais, a quantidade de deputados estaduais também teria alterações, de acordo com a previsão constitucional. As assembleias legislativas devem ter o triplo da representação do estado na Câmara dos Deputados, com uma trava de 36. Com isso, o impacto nos orçamentos estaduais seria de R$ 2 milhões a R$ 22 milhões anuais.</p>

<p>A partir do veto do presidente Lula, os parlamentares terão 30 dias para analisar a medida, podendo manter ou derrubar o veto. Caso seja mantido, a redistribuição das vagas será feita pelo Tribunal Superior Eleitoral, até 1º de outubro, conforme decisão do STF.</p>

<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 10:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio estimado em R$ 3,5 milhões</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/mega-sena-sorteia-nesta-quinta-feira-premio-estimado-em-r-3-5-milhoes-959624856</link>
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<description>Sorteio será realizado, a partir das 20h, horário de Brasília, no Espaço da Sorte, em São Paulo.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p>As seis dezenas do concurso 2.889 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.</p>

<p>O prêmio da faixa principal está estimado em R$ 3,5 milhões.</p>

<p>O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. </p>

<p>>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp </p>

<p>As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.</p>

<p>O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.</p>
]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 08:44:04 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Abrigo clandestino mantinha 36 idosos em condições insalubres no Rio</title>
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<description>O abrigo ilegal, conhecido como Lar Maria Lúcia, funcionava em uma área na Estrada dos Palmares e atendia idosos, com idades entre 60 e 90 anos.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>Agentes da Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade, em ação conjunta com a Vigilância Sanitária e a Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável, da prefeitura do Rio, interditaram uma Instituição de Longa Permanência para Idosos  clandestina no bairro de Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro.</p>

<p>Durante a fiscalização, os policiais encontraram 36 idosos em condições insalubres, alguns com lesões e sinais de desnutrição, necessitando de encaminhamento para unidades hospitalares. </p>

<p>O local funcionava sem autorização e contava apenas com dois funcionários, sem qualificação comprovada para atendimento especializado.</p>

<p>O abrigo ilegal, conhecido como Lar Maria Lúcia, funcionava em uma área na Estrada dos Palmares e atendia idosos, com idades entre 60 e 90 anos. </p>

<p>Alguns estavam amarrados, impedidos de se locomover, em estado de fragilidade física e raquíticos, por falta de alimentação balanceada.</p>

<p>Seis idosos foram removidos de ambulância pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e levados para hospitais da prefeitura na zona oeste. </p>

<p>Uma das vítimas estava muito abaixo do peso, sem condições de se locomover e outra idosa estava com o fêmur quebrado.</p>

<p>De acordo com a Vigilância Sanitária municipal, o abrigo não tinha alvará de funcionamento e operava em condições sanitárias insalubres.</p>

<p>Os familiares que internaram os idosos também responderão por abandono e exposição a risco. Muitos deles não apareciam para visitas aos parentes.</p>

<p>Apesar das condições precárias, os idosos pagavam mensalidades que variavam entre R$ 1,2 mil e R$ 2mil.</p>

<p>A responsável pelo local Keline Santos Lima, de 38 anos, foi identificada pela polícia e está sendo procurada.</p>

<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Direitos Humanos</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 08:44:04 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Ataques em SP já atingiram 460 ônibus e deixam feridos</title>
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<description>Oito suspeitos foram presos por participação nos crimes. Na noite de terça, foram registrados 32 casos.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>Iniciada no mês passado, a onda de ataques a ônibus na capital paulista e região metropolitana atingiu mais de 460 veículos e deixa feridos. Na noite dessa terça-feira (15), foram registrados 32 apedrejamentos de ônibus na capital e nos municípios de Cotia, Itapevi e Osasco. Ao menos duas pessoas ficaram feridas. </p>

<p>A Polícia Civil informou que oito suspeitos de participação nos ataques foram presos.</p>

<p>Na região do Morumbi, uma criança de 10 anos ficou ferida pelos estilhaços e foi socorrida. Em Osasco, foram quatro ocorrências na noite de terça-feira. Segundo a prefeitura, os episódios ocorreram em diferentes regiões da cidade, sem vítimas. A cidade já teve 19 ataques.</p>

<p>Em Cotia, conforme a prefeitura, a empresa Viação Raposo teve dez ônibus vandalizados. Uma pessoa foi atingida por estilhaços de vidro.</p>

<p>Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte informou que repudia os atos de vandalismo e que segue fornecendo todas as informações necessárias para auxiliar nas investigações.</p>

<p>O Sindicato dos Motoristas de Ônibus (Sindimotoristas) informou à reportagem, por meio da assessoria, que acompanha a situação e que o sentimento dos trabalhadores é de apreensão e medo. A categoria não registrou condutores entre os feridos.</p>

<h2>Onda de crimes</h2>

<p>A Grande São Paulo e a Baixada Santista registraram inúmeras ondas de ataque a ônibus. O número foi totalizado em mais de 600.</p>

<p>A investigação da polícia segue três linhas principais: ligação dos casos com o PCC [Primeiro Comando da Capital]; desafios de internet; e funcionários ou empresas que trabalham com transporte urbano coletivo, essa sendo considerada a mais provável.</p>

<p> No dia 3 de julho, a Polícia Militar anunciou a implantação de uma operação especial para intensificar a segurança em corredores, garagens e terminais de ônibus em todo o estado, com a utilização de 7,8 mil policiais e 3,6 mil viaturas em pontos estratégicos.</p>

<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 22:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Senadores aprovam MP que aumenta vencimento de militares</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/senadores-aprovam-mp-que-aumenta-vencimento-de-militares</link>
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<description>Salários terão reajuste de 9%, em duas parcelas. Impacto orçamentário passa de R$ 8 bilhões.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (16) a Medida Provisória (MP) que reajustou o soldo dos militares das Forças Armadas a partir de abril último. O texto vai para promulgação.</p>

<p>Com a aprovação da proposta, o soldo, vencimento básico dos militares, conforme posto e graduação, será reajustado em duas parcelas de 4,5%: uma que entrou em vigor em abril deste ano e outra para janeiro de 2026.</p>

<p>Com o aumento, o impacto orçamentário estimado pelos governo federal é de R$ 3 bilhões no primeiro ano e R$ 5,3 bilhões no segundo.</p>

<p>Segundo o governo, o reajuste beneficia aproximadamente 740 mil pessoas, abrangendo militares da ativa, da reserva e pensionistas.</p>

<p>No piso da tabela, o soldo de R$ 1.078 chegará a R$ 1.177 em janeiro. Nesta faixa, estão marinheiro-recruta, recruta, soldado, soldado-recruta, soldado de segunda classe (não engajado) e soldado-clarim ou corneteiro de terceira classe.</p>

<p>No topo da carreira, conforme o texto aprovado, está o soldo pago ao almirante de esquadra, ao general de Exército e ao tenente-brigadeiro do ar, que passará de R$ 13.471 para R$ 14.711 após a aplicação das duas parcelas.</p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 22:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Senado aprova tornar permanente benefício fiscal ao esporte</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/senado-aprova-tornar-permanente-beneficio-fiscal-ao-esporte</link>
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<description>Projeto revoga Lei de Incentivo ao Esporte, com validade até 2027.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (16) o projeto de Lei (PL) 234/2024 que estabelece um marco legal nacional para a concessão, ampliação ou prorrogação de incentivos fiscais destinados ao desporto.</p>

<p>O texto, aprovado por 74 votos favoráveis e nenhum contrário, visa unificar as regras para que a União, Estados, Distrito Federal e Municípios possam conceder os benefícios. O projeto agora vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>

<p>Segundo o texto, os projetos desportivos e paradesportivos poderão receber os recursos captados desde que atendam à formação esportiva, incluindo o esporte educacional; excelência esportiva; ou esporte para toda a vida.</p>

<p>A avaliação das propostas caberá a uma comissão técnica vinculada ao Ministério do Esporte, no caso de incentivo federal, ou à administração pública definida na respectiva legislação tributária, no caso de incentivo estadual, distrital ou municipal, determinar a validade das propostas.</p>

<p>O texto prevê que as pessoas físicas que contribuírem financeiramente com iniciativas desportivas poderão abater até 7% do Imposto de Renda devido. No caso de empresas, a dedução é limitada a 3%.</p>

<p>Para projeto desportivo ou paradesportivo voltado à inclusão social, o limite de renúncia fiscal será de 4% do IR para empresas que financiarem os projetos, que devem ser realizados preferencialmente em comunidades em situação de vulnerabilidade social.</p>

<p>O texto veda ainda a utilização dos recursos oriundos dos incentivos para o pagamento de remuneração de atletas profissionais, em qualquer modalidade. Fica proibido que os projetos beneficiem, direta ou indiretamente, pessoas físicas ou jurídicas vinculadas ao doador ou patrocinador.</p>

<p>Em relação ao controle, ele será feito conforme determinam os mecanismos existentes. A aprovação e fiscalização de projetos continuam sendo atribuições do Ministério do Esporte para incentivos federais, com a fiscalização específica pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), vinculada ao Ministério da Fazenda. Foram mantidas as demais regras atuais sobre prestação de contas, restrições aos doadores e patrocinadores, responsabilidades, divulgação dos dados, infrações e definição de limites pelo Ministério do Esporte.</p>

<p>Com a aprovação, a partir da publicação da futura lei complementar, será revogada a lei atual sobre o incentivo ao Esporte (Lei 11.438/06), cuja vigência iria até 2027.</p>

<p>A relatora da proposta, senadora Leila Barros (PDT-DF), destacou que o projeto torna os benefícios permanentes e é um justo reconhecimento para o setor.</p>

<p>“O esporte é investimento para uma nação, para uma sociedade. A gente sabe da importância do esporte, pois é a promoção da educação, da inclusão e, acima de tudo, da cidadania”, afirmou. “Tenho muito orgulho hoje de estar no Senado Federal e sei que a minha estada e o meu trabalho nesta Casa é fruto da minha trajetória como atleta. Nesta noite, eu estou, de alguma forma, devolvendo ao esporte tudo o que ele fez por mim, pela minha família e pela minha vida”, concluiu.</p>

<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 21:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>AGU diz que decisão sobre IOF representa vitória da Constituição</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/agu-diz-que-decisao-sobre-iof-representa-vitoria-da-constituicao</link>
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<description>O ministro Alexandre de Moraes atendeu pedido de liminar da AGU e do PSOL e manteve o decreto presidencial que prevê aumento das alíquotas do IOF, suspenso no mês passado após votação no Congresso.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou, nesta quarta-feira (16), que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que validou o decreto presidencial sobre alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) representa uma vitória significativa para a Constituição.</p>

<p>Em nota à imprensa, Messias disse que a separação entre os poderes da República foi respeitada pelo Supremo.</p>


<p>“O princípio da separação de poderes resultou respeitado, com atribuições e limites claramente definidos. O STF analisou de forma abrangente a questão central, concluindo que o decreto presidencial é constitucional”, comentou.</p>


<p>Sobre a parte da decisão que trata da incidência do IOF em operações de risco sacado, que foi derrubada pelo ministro, o advogado-geral reconheceu que a medida é controversa. “Respeitamos o entendimento do ministro relator, por tratar-se de controvérsia nova, que efetivamente ainda suscita divergências”, completou.</p>

<p>No início desta noite, Moraes atendeu ao pedido de liminar feito pela Advocacia-Geral da União (AGU) e o PSOL e manteve o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que prevê o aumento das alíquotas do IOF.  No mês passado, o decreto foi suspenso após votação no Congresso Nacional.</p>

<p>A decisão final do ministro foi proferida após o governo federal e o Congresso não chegarem a um acordo durante audiência de conciliação promovida ontem (15) pelo STF.</p>
]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 21:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Haddad: perda de receita com decisão de Moraes sobre IOF é limitada</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/haddad-perda-de-receita-com-decisao-de-moraes-sobre-iof-e-limitada</link>
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<description>Ministro do STF manteve decreto de aumenta imposto, mas derrubou parte do risco sacado.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>O governo buscará uma nova fonte de recursos para compensar a perda de R$ 450 milhões em 2025 e de R$ 3,5 bilhões em 2026 com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que manteve o decreto que elevava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mas derrubou a parte que tratava sobre risco sacado.</p>

<p>Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a perda de R$ 3,5 bilhões em arrecadação é pequena diante do tamanho do Orçamento federal, e o governo conseguirá encontrar uma solução.</p>


<p>“Nós estamos estudando, nós temos prazo até agosto, nós vamos verificar. Nós estamos falando de um orçamento de R$ 2,5 trilhões, estamos falando de R$ 3 bilhões. É um valor que é possível encontrar a solução”, acrescentou Haddad.</p>


<p>O ministro ressaltou que a solução pode vir do próprio Congresso, que analisa projetos que podem elevar a arrecadação.</p>

<p>“Nós não fechamos a peça orçamentária ainda [para 2026]. Então esperávamos, mas nós temos espaço para acomodar, inclusive porque há outros projetos de lei avançando no Congresso, outras ideias surgindo, inclusive muito benéficas para o contribuinte, que acabam melhorando a arrecadação para o ano que vem”, declarou Haddad.</p>

<h2>Risco sacado</h2>

<p>O risco sacado representa uma operação de antecipação ou financiamento de pagamento a fornecedores. Esse tipo de transação não é considerado operação de crédito e sempre foi isento de IOF, mas o decreto passou a considerar o risco sacado como modalidade de crédito e queria tributar esse tipo de operação em 3%.</p>

<p>Esse tipo de operação é usado por empresas que querem antecipar valores de vendas feitas a prazo, como parcelamentos em cartões de crédito. O risco sacado, na prática, é importante principalmente para negócios de pequeno porte.</p>

<h2>Aperfeiçoamento</h2>

<p>Assim como a nota oficial emitida nesta noite pela Fazenda, Haddad ressaltou que a decisão de Moraes representa a retomada da normalidade nas relações entre os Poderes Executivo e Legislativo. Para o ministro, a deliberação de Moraes contribui para o aperfeiçoamento das instituições.</p>

<p>“Eu não vejo isso de outra maneira que não seja um aperfeiçoamento das relações entre poderes. Então, é um aperfeiçoamento da democracia”, comentou Haddad.</p>

<p>O ministro também disse que a manutenção de quase a totalidade do decreto sobre o IOF é importante para fechar algumas brechas que pessoas de maior renda usavam para sonegar tributos.</p>


<p>“Do ponto de vista regulatório, [a decisão] foi muito importante porque a gente fechou algumas brechas de evasão e sonegação, algumas brechas importantes foram fechadas pelo decreto”, acrescentou Haddad.</p>


<h2>Precatórios</h2>

<p>Haddad comentou ainda a aprovação, pela Câmara dos Deputados ontem (15) à noite, da proposta de emenda à Constituição que altera o prazo para municípios pagarem precatórios. “A alternativa que está sendo debatida me parece uma solução muito satisfatória”, declarou.</p>

<p>A proposta ajudará a União porque exclui do teto de gastos do arcabouço fiscal os precatórios da União, com uma transição gradual para que esses gastos sejam reincluídos na meta fiscal a partir de 2027. A incorporação seria de 10% ao ano.</p>
]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 21:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Estados Unidos serão principal prejudicado por tarifaço, prevê CNI</title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/estados-unidos-serao-principal-prejudicado-por-tarifaco-preve-cni</link>
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<description>Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA poderá ter queda de 0,37%. No caso do Brasil, redução prevista é de 0,16%.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (16), estima que os Estados Unidos serão o país mais prejudicado pelas tarifas impostas pelo governo do presidente Donald Trump.</p>

<p>Segundo as estimativas da CNI, baseadas em fontes oficiais e estudos econômicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense poderá cair 0,37% em razão das barreiras tarifárias impostas ao Brasil, à China e a outros 14 países, além das taxas impostas à importação de automóveis e aço de qualquer nação.</p>

<p>De acordo com o levantamento, o tarifaço poderá reduzir em 0,16% o PIB do Brasil, assim como o da China, além de provocar uma queda de 0,12% na economia global e uma retração de 2,1% no comércio mundial.</p>


<p>“Os números mostram que esta política é um perde-perde para todos, mas principalmente para os americanos. A indústria brasileira tem nos EUA seu principal mercado, por isso a situação é tão preocupante. É do interesse de todos avançar nas negociações e sensibilizar o governo americano da complementariedade das nossas relações. A racionalidade deve prevalecer”, destacou o presidente da CNI, Ricardo Alban.</p>


<h2>Impactos no Brasil</h2>

<p>O levantamento da CNI mostra que o tarifaço estadunidense, além de causar redução de 0,16% no PIB brasileiro (R$ 19,2 bilhões), deverá diminuir em R$ 52 bilhões as exportações do país e causar o desaparecimento de 110 mil empregos.</p>

<p>Os setores mais prejudicados com a tarifa sobre o Brasil deverão ser o da indústria de tratores e máquinas agrícolas (redução de 4,18% na produção e 11,31% nas exportações); indústria de aeronaves, embarcações e equipamentos de transporte (queda de 9,1% na produção e 22,3% nas exportações); e dos produtores de carnes de aves (diminuição de 4,1% na produção e 11,3% nas exportações).</p>

<p>Os estados mais afetados deverão ser São Paulo (queda de R$ 4,4 bilhões no PIB), Rio Grande do Sul (R$ 1,9 bilhão), Paraná (R$ 1,9 bilhão), Santa Catarina (R$ 1,7 bilhão) e Minas Gerais (R$ 1,6 bilhão).</p>

<h2>Relação Brasil x EUA</h2>

<p>De acordo com o levantamento, o Brasil aplica tarifa média de 2,7% às importações de produtos estadunidenses. No período de 2015 a 2024, os EUA mantiveram superávit com o Brasil: US$ 43 bilhões em bens e US$ 165 bilhões em serviços.</p>

<p>Os EUA são o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, sendo o destino de 12% das exportações brasileiras e a origem de 16% das importações. Também são o principal destino das exportações da indústria de transformação nacional, correspondendo a 78,2% das exportações em 2024.</p>
]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 20:44:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>STF: Alexandre de Moraes decide validar decreto do IOF </title>
<link>https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/stf-alexandre-de-moraes-decide-validar-decreto-do-iof</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.frecheirinhanews.com.br/noticia/stf-alexandre-de-moraes-decide-validar-decreto-do-iof</guid>
<description>Decisão foi tomada após o governo federal e o Congresso não chegarem a um acordo durante audiência de conciliação promovida pelo Supremo.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (16) manter a validade do decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aumentar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).</p>

<p>No mês passado, o decreto foi suspenso após votação do Congresso. Após a deliberação, o PSOL, o PL e a Advocacia-Geral da União (AGU) entraram com ações na Corte e levaram a discussão do caso para o Supremo.</p>

<p>O decreto fazia parte de medidas elaboradas pelo Ministério da Fazenda para reforçar as receitas do governo e atender às metas do arcabouço fiscal. No fim de maio, o presidente Lula editou um decreto que aumentava o IOF para operações de crédito, de seguros e de câmbio.</p>

<p>Diante da pressão do Congresso, o governo editou, no início de junho uma medida provisória com aumento de tributos para bets (empresas de apostas) e para investimentos isentos.

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<p>A medida provisória também prevê o corte de R$ 4,28 bilhões em gastos obrigatórios neste ano. Em troca, o governo desidratou o decreto do IOF, versão que foi derrubada pelo Congresso.</p>

<h2>Decisão</h2>

<p>Na mesma decisão, Moraes decidiu manter suspensa uma regra prevista do decreto do IOF que prevê a incidência do imposto sobre operações de risco sacado. Contudo, o restante do decreto permanece válido.</p>

<p>A decisão do ministro também confirma a suspensão do decreto legislativo do Congresso que derrubou o decreto de Lula.</p>

<p>Ao manter a maior parte do decreto do IOF válido, Moraes disse que o trecho que prevê a incidência do imposto sobre entidades abertas de previdência complementar e entidades financeiras está de acordo com a Constituição.</p>

<p>“Não houve desvio de finalidade e, consequentemente, não há mais necessidade de manutenção da cautelar, pois ausente o risco irreparável decorrente de eventual exação fiscal irregular em montantes vultosos”, afirmou.</p>

<p>No entanto, o ministro entendeu que a parte que trata da incidência de IOF sobre operações de risco sacado extrapolou os limites da atuação do presidente da República e deve ser suspensa.</p>

<p>“As equiparações normativas realizadas pelo decreto presidencial das operações de risco sacado com operações de crédito feriram o princípio da segurança jurídica, pois o próprio poder público sempre considerou tratar-se de coisas diversas”, completou.</p>

<h2>Conciliação</h2>

<p>A decisão final do ministro foi proferida após o governo federal e o Congresso não chegarem a um acordo durante audiência de conciliação promovida ontem (15) pelo STF.</p>

<p>No início deste mês, Moraes decidiu levar o caso para conciliação e suspendeu tanto o decreto de Lula como a deliberação do Congresso que derrubou o ato do presidente.</p>

<p>Matéria ampliada às 19h05.</p>
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<category>Justiça</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:44:04 -0300</pubDate>
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<title>Moraes mantém prisão do general Braga Netto </title>
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<description>Defesa argumentou que ação penal do Núcleo 1 da trama golpista caminha para julgamento final, e não há motivos para a manutenção da prisão.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (16) manter a prisão do general Walter Braga Netto.</p>

<p>General da reserva e vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2022, o militar está preso desde dezembro do ano passado sob a acusação de obstruir a investigação sobre a tentativa de golpe de Estado no país para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>

<p>O ministro negou pedido de soltura feito pela defesa do general, que ocupou os cargos de ministros da Casa Civil e da Defesa na gestão de Bolsonaro. Segundos os advogados, a ação penal do Núcleo 1 da trama golpista caminha para o julgamento final, e não há motivos para a manutenção da prisão.</p>

<p>Apesar de argumentação apresentada pela defesa, Moraes entendeu que a prisão de Braga Netto deve ser mantida.</p>


<p>“A situação fática permanece inalterada, tendo sido demonstrada a necessidade da manutenção da prisão preventiva para assegurar a aplicação da lei penal e resguardar a ordem pública, em face do perigo gerado pelo estado de liberdade do custodiado e dos fortes indícios da gravidade concreta dos delitos imputados”, decidiu o ministro.</p>


<p>Durante as investigações, a Polícia Federal identificou que o general, réu por ser um dos principais articuladores do plano golpista, tentou obter dados sigilosos da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</p>

<p>Após a prisão, a defesa negou que Braga Netto tenha obstruído as investigações.</p>
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<category>Justiça</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 18:44:04 -0300</pubDate>
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<title>Trump contra o Pix: entenda o que pode ter motivado críticas dos EUA</title>
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<description>Economista da PUC-SP aponta, entre outras hipóteses, que sistema de pagamentos se tornou alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.</description>
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<content:encoded><![CDATA[  <p><p style="text-align:center;">
                    
				</p>Os Estados Unidos iniciaram na terça-feira (15) uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram suspostamente “desleais”. Entre elas, o Pix. As críticas ao sistema de pagamento brasileiro podem ser explicadas pela concorrência com Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito norte-americanas, e por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.</p>

<p>A medida foi anunciada pelo representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em documento chamado “Investigação da Seção 301 sobre Práticas Comerciais Desleais no Brasil”. Não há menção direta ao Pix, mas o texto cita os "serviços de pagamento eletrônico do governo".</p>

<p>“O Brasil também parece se envolver em uma série de práticas desleais com relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, entre outras, a vantagem de seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”, diz a única menção ao tema.</p>

<p>Um dos motivos especulados para a medida é de que o Banco Central (BC) teria favorecido o Pix em detrimento do WhatsApp Pay em 2020. O aplicativo é da empresa Meta, do empresário Mark Zuckerberg, aliado de Trump.</p>

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<p>Em junho de 2020, o WhatsApp anunciou que o Brasil seria o primeiro país a receber uma funcionalidade nova no aplicativo de mensagens: a possibilidade de enviar e receber dinheiro a partir de cartões cadastrados. Uma semana depois, o BC e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função.</p>

<p>As justificativas eram de que seria necessário avaliar riscos, garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e existirem potenciais riscos para a concorrência.</p>

<p>A economista Cristina Helena Mello, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), entende que a medida tomada à época foi correta.</p>

<p>“O WhatsApp criou uma forma de transferência de dinheiro de pessoas para pessoas, mas estava fazendo isso fora do sistema financeiro legal. Não estava fazendo com integração com o nosso sistema financeiro. Portanto, escapava da regulação do Banco Central, o que fere regras brasileiras de acompanhamento de transações monetárias”, diz a economista.</p>

<p>O Pix foi lançado oficialmente no Brasil no dia 16 de novembro de 2020, mas os estudos para a implementação do novo sistema de pagamento existiam pelo menos desde maio de 2018. Naquele ano, o BC instituiu um grupo de trabalho chamado “GT - Pagamentos Instantâneos”.</p>

<p>Em dezembro do mesmo ano, o BC divulgou um comunicado com os requisitos fundamentais para o que chamou de “ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro”. O objetivo, segundo o texto oficial, era criar um sistema “de uma perspectiva neutra em relação a modelos de negócio ou participantes de mercado específico”, que fosse “eficiente, competitivo, seguro, inclusivo”.</p>

<h2>Alternativa ao dólar</h2>

<p>A economista da PUC-SP também entende que o Pix incomoda o governo norte-americano por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais que envolvem brasileiros.</p>


<p>“Alguns países aceitam pagamentos de brasileiros com Pix. Por exemplo, Paraguai e Panamá. Em alguns comércios, eles têm cartazes dizendo: ‘brasileiros, paguem com Pix’. Comerciantes abriram contas aqui no Brasil, recebem o pagamento aqui. E isso, antigamente, passava pelo dólar. Isso é prejudicial ao interesse de controle norte-americano. Quanto menor a demanda por uma moeda, menos ela vale”, diz.</p>


<p>Para Cristina Helena Mello, operadoras de cartão de crédito norte-americanas também podem se sentir ameaçadas com a nova funcionalidade do “Pix Parcelado”, previsto para começar a funcionar em setembro de 2025. Os usuários brasileiros vão poder parcelar transações de maneira semelhante ao cartão de crédito, enquanto o recebedor continua recebendo o valor total instantaneamente.</p>

<p>Independentemente das críticas e motivações norte-americanas, a economista da PUC-SP defende o Pix como um sistema de pagamento eficaz e inclusivo. Números do Banco Central mostram que o Pix movimentou R$ 26,4 trilhões em 2024.</p>

<p>“Ele, de fato, permitiu que uma série de pessoas de menor renda tivesse acesso a uma forma de transação monetária barata. Os pequenos negócios, as pessoas mais simples mesmo, como pedreiros, faxineiras, mesmo pessoas em situação de rua”, defende a economista.</p>

<p>“O Brasil desenvolveu uma forma de meio de pagamento que oferece uma série de vantagens. O Pix é ágil, promoveu um processo de bancarização, de inclusão de pessoas que não tinham conta. E faz parte da lei de competência e de concorrência oferecer um produto cada vez melhor”, complementa.</p>

<p> </p>
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<category>Economia</category>
<dc:creator>Cirilo Junior</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 18:44:04 -0300</pubDate>
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